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terça-feira, 26 de abril de 2011

Confissão: Destrancando a Câmara de horrores.




 O valor da verdadeira confissão. 
Vamos à famosa historia de Davi:
No auge do seu poder, Davi apaixonou-se por Bate-Seba, esposa de um dos seus oficiais militares. Decidiu resolver o problema organizando um esquadrão suicida dirigido pelo marido de Bate-Seba no meio de uma batalha. Urias foi morto. Convenientemente esquecendo-se da intriga, Davi deu ao homem um funeral com todas as honras militares e então casou-se com a esposa grávida. Deus relata a história toda no capítulo 11 de Segundo Samuel.
Pelas suas ações, Davi quebrou quatro dos dez mandamentos: cobiçou, roubou, adulterou e matou. Um homem com sentimento moral, sem dúvida um homem que conhecia a Deus, se perturbaria, e ficaria desolado por tal pecado. Um dia a culpa alcançou a Davi. Ele ficou obcecado pelo seu pecado. Não conseguia tirar seu pecado de sua mente ou de seu coração, e não conseguia tirá-lo de suas mãos.

Assim, numa grande efusão de confissão, Salmo 51, Davi orou por quatro coisas. O pecado o sujara, e ele pediu que fosse purificado. A culpa fizera-o adoecer fisicamente, e ele pediu que fosse curado. A iniqüidade quebrara sua alegria no Senhor, e ele pediu que esta lhe fosse restaurada. Ele sabia que violara diretamente o amor e a lei de Deus, pediu perdão e misericórdia.
Todo o assunto de «confissão de pecado é altamente discutido nos dias de hoje, e creio ser necessário observá-lo na perspectiva bíblica. A confissão é sempre o modelo da vida do cristão e constitui uma das chaves essenciais para crescimento espiritual.


Os Resultados de se Encobrir os Pecados.

Os crentes hoje enfrentam o mesmo dilema de Davi - se devem procurar encobrir o pecado, como ele fez por um ano todo - ou se devem confessar e ficar livres do pecado. Todos nós já lutamos nesta batalha. Lembro-me de quando era criança e enfrentava a questão muitas e muitas vezes. Minha mãe chamava os quatro filhos, nos colocava contra a parede e perguntava: "Está bem, qual de vocês fez isso? " Confessar ou calar — era a questão! É claro que é um assunto que surge repetidamente a vida toda.
O que se pode dizer daquele que encobre — ou tenta encobrir - o pecado? Primeiro, há uma falta de prosperidade. "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará..." (Provérbios 28:13). A doença é outro resultado de se encobrir pecado. Davi testificou: "Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio" (Salmo 323,4).
Aquele que encobre o seu pecado nesta vida o terá descoberto na próxima, e aquele que confessa a Deus nesta vida jamais o verá exposto no porvir. Virá o dia do juízo. Jesus disse:"Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido. Porque tudo que dissestes às escuras, será ouvido em plena luz, e o que dissestes aos ouvidos no interior da casa, será proclamado aos eirados" (Lucas 12:2,3).
Isso significa que virá o dia em que não haverá absolutamente nenhum segredo, um dia em que a revelação do coração ocorrerá. Para os justos, esta revelação será galardoadora, para os ímpios tal revelação será condenadora. Deus julgará todo o pecado encoberto; todo o pecado escondido será revelado. Mas o pecado que tiver sido confessado e purificado pelo sangue de Cristo não será jamais lembrado outra vez. Temos a promessa de que ao chegar ao céu, Deus não nos mostrará nossos pecados. Mas para os incrédulos que procuram cobrir seus pecados, a notícia não é confortadora. Apocalipse 19 nos diz que Cristo abrirá os livros e revelará os pecados de suas vidas; julgará todos os seus pecados e lançará os culpados no lago de fogo.

A razão pela qual Deus é tão severo ao julgar o pecado é que o pecado sempre é contra Ele. Era o mesmo caso com Davi, que disse: "Pequei contra ti, e contra ti somente..." (Salmo 51:4). Davi não negava ter pecado contra si mesmo e contra seu próprio corpo, como é certamente o caso de adultério (1 Coríntios 6:18). Não negava ter pecado contra Bate-Seba e Urias. Não negava ter pecado contra toda a nação de Israel com tal falha. Reconhecia, porém, que primeiramente todo pecado é contra Deus. A confissão de pecado não é apenas admiti-lo, mas admitir que o cometeu contra Deus e que assim é a Ele que se afrontou.
Este é um aspecto da confissão - concordar com Deus que a gente é culpada. A palavra grega é homologeò, que significa "dizer a mesma coisa". Assim, quando confessamos nosso pecado, concordamos com Deus que somos pecadores — que vemos o pecado como Ele o vê. "Senhor, eu pequei. Concordo com Tua avaliação de mim mesmo".
Mas a confissão não é apenas dizer "Sim, fui eu que fiz!" A verdadeira confissão inclui arrependimento, e arrependimento significa voltar-se para trás, desviar-se do erro. Você não terá confessado seus pecados de verdade a não ser que você pare de cometê-los. Se uma pessoa disser:"Sinto muito, Deus. Confesso" e continua a praticar o seu pecado, está se enganando. A confissão inclui um quebrantamento além de assentimento verbal, e quebrantamento conduz à mudança de comportamento.
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Texto de John MacArthur
Retirado do livro: "Chaves para o crescimento Espiritual"
@Editora Fiel
Tradução : Elizabeth Gomes

http://www.teorlogico.com/ via Vivo Por Ti

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Motorista vítima das chuvas do Rj encontra R$ 74 mil e devolve ao dono.


Dinheiro foi esquecido por passageiro na poltrona de um ônibus.

Agricultor contou que vendera carro para pagar tratamento de saúde da filha.

Do Bom Dia Rio

Vítima das chuvas que assolaram a Região Serrana do Rio em janeiro deste ano, o motorista de ônibus Joilson Chagas se deparou com uma provação. Depois de perder a casa da tragédia, após uma viagem de trabalho, entre Nova Friburgo e a capital fluminense, ele encontrou R$ 74 mil e devolveu ao dono.
Era a primeira viagem do dia e na chegada, depois da vistoria de rotina no veículo, feita após a saída dos passageiros uma surpresa: encontrou um celular e um pacote com documentos e o dinheiro perto da janela da poltrona de número 13. “Cheguei e vi um pacote enrolado com um papel e um celular. Tirei, botei em cima da poltrona e verifiquei que era dinheiro. Muito dinheiro. Peguei, desci do carro e falei: ‘meu Deus, o que é que eu faço?’. É tentador”, admitiu o motorista.
Na volta ao terminal, viu um homem chorando e, sem saber que era o verdadeiro dono do dinheiro, foi perguntar o que tinha acontecido. “Ele disse que tinha perdido um documento no Centro do Rio. Eu perguntei o que era e vi que tudo o que ele tinha perdido estava comigo, dentro do ônibus. Eu perguntei se o celular dele era o que estava comigo e ele entrou em desespero. Acho que imaginou que eu estava com o dinheiro dele. Chamei ele num canto, conferi identidade, a passagem, tudo foi confirmado e fiz a devolução”, lembra Joilson.
O dono do pacote, que pediu para não ser identificado, era um agricultor que mora na Zona Rural de Friburgo. Segundo ele, o dinheiro era fruto da venda de um veículo que ele usava para escoar a produção e seria usado para pagar o tratamento de saúde de uma filha adolescente. Quando recuperou o pacote, chegou a oferecer uma recompensa de R$ 2 mil ao motorista, que recusou a oferta.
“Dê a César, o que é de César. Dê a Deus o que é de Deus. É bom a gente usufruir do que é nosso. O que não é nosso tem que ser devolvido. Fiz o que era certo. A melhor coisa que tem é você deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo”, resumiu Joilson.
Fonte: G1

Comentário do Comuna: Ainda vale à pena!